Experimenta se amar!

segunda-feira, 4 de setembro de 2017


Hoje eu posso afirmar com segurança que uma das maiores conquistas da minha vida foi a autoestima. Digo isso porque eu já estive do outro lado (sem amor próprio) e reconheço a diferença. Ter todo esse amor pela pessoa que sou e por tudo aquilo que faço faz com que eu sempre priorize o meu bem estar e fuja de situações que possam me causar algum mal.
Felizmente agora sei quem eu sou e tenho plena noção de onde quero chegar, mas nem sempre foi assim. Já fui totalmente insegura, introspectiva e travei milhares de batalhas em frente ao espelho; já tive vergonha de me apresentar diante de pessoas  e de me aventurar em algum novo projeto. E o fato de ser negra e possuir o cabelo crespo, numa sociedade em que havia um padrão estético discriminatório  teve um peso ainda maior. Mas sobre este ultimo ponto é algo que eu trato nesse post aqui Confere lá!
Mas o que é essa tão falada autoestima? A palavra é bem clara! Consiste numa estima por si mesmo, um gostar de si que faz com que você seja a prioridade em sua vida. Ter amor próprio é uma das mais belas formas de resistência e a primeira fase do empoderamento. É dizer não a todos os padrões massacradores que nos acercam e nos quais poucos  de nós se encaixam; é se amar, se valorizar e se conhecer. Consiste num esforço diário para se amar com todas as suas imperfeiçoes e compreender que isso é você.
Costumo falar que construir ou recuperar o amor próprio é uma mudança que ocorre de dentro para fora. É preciso estar disposto a fazer mais por si mesmo e a lutar contra todas as suas inseguranças (que não são poucas rsrs). Entretanto trata-se de um esforço que vale muito a pena. Nos amar nos torna leve, dá uma sensação de bem estar e preenchimento. 
Quando eu tinha autoestima baixa meu sonho era "ser bonita" e eu achava que quando isso acontecesse eu seria feliz. Hoje eu percebo que você é feliz quando se dá conta do ser incrível que você é e nem para pra pensar em padrões. Justamente porque o foco não é beleza em si, o que, por si só, já é algo muito relativo. Na verdade, autoestima tem a ver com a maneira pela qual você se reconhece e reconhece as pessoas ao seu redor. Precisamos nos enxergar verdadeiramente e reconhecer que somos muito além dos nossos corpos ou dessa máscara de bonito ou feio que tentam colocar em nós.
Toda vez que alguém me pergunta o que fazer pra ter autoestima eu sempre digo que é algo que cada ser humano, individualmente, precisa buscar. Afinal, não existe um manual de "Aprenda a ter autoestima"; seria maravilhoso se houvesse uma receita infalível, mas não há. Claro que a leitura nos auxilia ao sugerir mudanças e caminhos, mas ela, por si só, não será capaz de nos tornar seres confiantes de uma hora pra outra. Além do mais esse é um processo que varia de pessoa pra pessoa e cada um preciso olhar dentro de si mesmo e desenvolver técnicas diárias para aprender a se amar e valorizar. No meu caso uma das primeiras coisas que fiz foi me obrigar a ficar diante de um espelho, analisar o meu reflexo e repetir pra mim mesma: EU SOU LINDA. Eu fazia isso todo dia. E de tanto repetir, acreditei. 
Experimenta fazer isso; se permita enxergar o ser maravilhoso que você é e se amar em toda a sua inteireza. Não é tão difícil assim, vai? Se olha no espelho! Dá aquela piscadela pra você mesmo. (Um mulherão/homão desses!) Ter autoestima faz muita diferença nas nossas vidas e nos nossos relacionamentos pessoais e profissionais. Faça isso por você. Comece a se amar!

*Créditos: Caio Cunha.

Representatividade para crianças negras!

domingo, 20 de agosto de 2017




Hoje seria mais um dia normal até que eu entrei no instagram e vi imagens da Monalysa Alcântara, a nova Miss Brasil negra. Fiquei olhando pra ela e lembrando da minha infância; das muitas vezes em que folhei revistas procurando mulheres que se parecessem comigo e tivessem traços semelhante aos meus, o que raramente encontrei. Lembrei do meu cabelo crespo que por muitos anos odiei até que aprendesse de fato a amá-lo e também das muitas crises que tive em frente ao espelho. Depois pensei nas futuras gerações de crianças que terão a oportunidade de ter essa jovem como referência positiva em que se espelhar e aquilo me deixou imensamente feliz...

Eu particularmente não gosto de concursos de belezas, primeiro porque considero a aparência algo muito relativo para se discutir. Segundo, porque não gosto de nada que dissemine padrões. Sem contar que tais eventos influenciam negativamente na formação das crianças, levando-as a crer que "ser belo" é algo que importa muito mais do que qualquer outra coisa.  Mas tudo bem, meu foco hoje não é o evento em si, mas o fato de termos mais uma mulher negra com a coroa na cabeça.
Por muitos anos, em todas as edições do Miss Brasil, foi reforçado um modelo de beleza no qual a maioria não se encaixava; a participação de mulheres negras era reduzida e nenhuma destas saía com a coroa na cabeça. É totalmente contraditório que em um país de maioria negra se tenha apenas três mulheres eleitas como Miss Brasil em sessenta e três edições, mas a vitória dessas duas últimas candidatas depois de um período de 30 anos demonstra que a realidade está mudando. E isso não pode parar por aí.
Mas vocês entendem a dimensão desse acontecimento? Veuma mulher negra e cacheada como vencedora do Miss Brasil  pela segunda vez consecutiva. São capazes de compreender o quanto tal fato vai influenciar na vida de muita criança negra por aí, e até mesmo, futuramente, em relação àquelas que ainda vão nascer?
Pra mim é um misto de satisfação e conforto; não sei explicar o que se passa em minha cabeça e em meu coração nesse momento. Parece que aquele sonho de criança está se tornando realidade, afinal  eu cresci vendo a minha beleza ser desconsiderada através de um padrão estético discriminatório no qual a figura branca predominava. Até ano passado, com a vitória da Miss Raissa Santana, eu nunca havia visto um concurso de beleza no qual a vencedora me representasse, era como se as minhas características não fossem importantes em termos estéticos. Dessa forma, ver a beleza negra ser reconhecida e valorizada gera esperança de que a situação ainda possa ser mudada.
Quando você é negro, desde cedo aprende a lidar com  a baixa autoestima. São bonecas que não te representam, contos de fadas nos quais a maioria dos personagens são brancos, uma mídia na qual a presença do negro é reduzida e comerciais que se destinam a veicular a ideia que o cabelo crespo ou cacheado deve ser alterado. Felizmente, hoje essa realidade já se alterou bastante, nota-se que o negro vem alcançando cada vez mais espaço e há uma pressão maior no sentido se se combater o preconceito, mas ainda é preciso muita luta para que todos sejam tratados como iguais.
Por isso é preciso falar da autoestima dos negros, do empoderamento e da luta pela representatividade, porque ela importa sim. As crianças precisam se reconhecer em todos os espaços e compreender que não existe um perfil ideal de beleza; que todos são lindos à sua maneira e que as diferenças fazem parte da sociedade. A vitória da Monalysa representa mais um degrau alcançado na luta contra a desigualdade racial, luta esta que precisa ocorrer todos os dias e que não pode parar. Por isso desejo todo o sucesso do mundo a ela que também representa toda uma geração de meninas negras que teve a beleza negada. 
E você, o que achou da vitória de mais uma miss negra? Comenta aqui embaixo.

*Imagem: reprodução/facebook

Cabelo cacheado: aceitação e autoafirmação

quinta-feira, 9 de março de 2017


Vivemos em uma sociedade que impõe padrões de beleza e, de certa forma, massacra aqueles que se distanciam deles. Assim, manter o cabelo natural (caso vocês queira) e amá-lo é um verdadeiro ato de rebeldia e autoafirmação. É uma demonstração de que somos incríveis à nossa maneira e que não precisamos nos encaixar em modelos pré-estabelecidos.
Hoje eu tenho 19 anos e possuo cabelo cacheado/crespo, assim, quando eu era criança, eu não tive muitas referências negras nas quais me espelhar; eu me sentia desvalorizada. Na minha família predominava esse tipo de cabelo, porém pouco se falava sobre valorização ou cuidados que ele merece. Ademais, na mídia havia a presença de um padrão estético discriminatório, no qual a beleza negra era praticamente desconsiderada; eu procurava pessoas que tivessem o cabelo igual o meu, entretanto raramente encontrava. 
A maioria das mulheres possuía os cabelos lisos ou alisados, e as propagandas destinavam-se a veicular a ideia de que o meu tipo de cabelo era desajustado e deveria ser modificado. Dessa forma, eu cresci vendo o  meu cabelo ser estigmatizado pelo estereótipo de "ruim", o que contribuiu para que eu realmente passasse a acreditar nisso. Por consequência, acabei me tornando uma criança introspectiva e com a autoestima baixa. Levou tempo até que eu aprendesse a gostar de verdade do meu cabelo, sendo preciso que eu passasse pela transição. Por isso a importância de que essa nova geração de crianças negras tenha a possibilidade de conhecer o significado de representatividade e entender que todos os tipos de cabelo são lindos e não precisam ser alterados caso a pessoa não queira.
Quanto à transição, não se trata de um processo fácil. No início você não sabe o que fazer, se desespera e pensa em desistir. Porém, com o tempo, você ousa mais em cortes e penteados e, aos poucos, vai se empolgando com tudo. Costumo dizer que essa é uma fase de descobertas, em que você aprende muito sobre si mesmo e sobre o seu cabelo. Pra mim, foi o momento no qual eu recuperei a minha autoestima e comecei a amar o meu cabelo. Porém pra cada menina pode ser diferente. O fato é que você jamais sairá da transição como entrou. É uma mudança que acontece de dentro pra fora e nos torna muito melhores.
O mais legal de tudo é o aprendizado. Quando você assume os seus fios naturais, você percebe que a única coisa que importa é a sua identidade. Que você não tem que agradar ninguém além de si mesmo; que o importante é que você esteja satisfeito com a sua imagem e só.  Aquela maravilhosa sensação de pertencimento e liberdade.
Felizmente, nota-se que a sociedade está se transformando e hoje há inúmeras meninas aceitando o próprio cabelo e outras retornando aos fios naturais.  Não se trata de 'modinha", mas de tomar de volta uma decisão que é só nossa. Muitas meninas, assim como eu, apenas alisaram o cabelo por se sentirem pressionadas e excluídas, dessa forma assumir nosso cabelo natural é um ato de rebeldia. É dizer a essa sociedade que nos impôs padrões que eles já não nos afetam mais. Por isso, ame-se e ame o seu cabelo; não importa como ele seja. Conceda-se o direito de estar como você quiser e não como os outros esperam que você esteja. Resista!

E aí? Qual é a sua história com o seu cabelo? Já passou pela transição? Me conta aí!
A foto utilizada neste post foi retirada do Pinterest.

Como escolher o nome do seu blog

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Primeiramente, gostaria de dizer que não sei se existe um método para escolher nomes de blogs/canais. O método desse post é o que funcionou para mim na hora de escolher os nomes de todos os blogs/tumblrs que eu já tive.

As fotografias delicadas e sensíveis de Thainá Nunes

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Para continuar na vibe introspectiva/analógica, quero indicar para vocês um dos meus perfis fotográficos favoritos, o da Nana.
Há algum tempo atrás, assim que eu criei minha conta no flickr, eu fui para o google procurar indicações de perfis legais no flickr e me deparei com o perfil da Nana que, provavelmente, foi a responsável por plantar a sementinha do amor pela fotografia analógica no meu coração.

[Resenha] A Menina Submersa: Memórias - Caitlín R. Kiernan

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

 
Sinopse: A Menina Submersa: Memórias é um verdadeiro conto de fadas, uma história de fantasmas habitada por sereias e licantropos. Mas antes de tudo uma grande história de amor construída como um quebra-cabeça pós-moderno, uma viagem através do labirinto de uma crescente doença mental. Um romance repleto de camadas, mitos e mistério, beleza e horror, em um fluxo de arquétipos que desafiam a primazia do “real” sobre o “verdadeiro” e resultam em uma das mais poderosas fantasias dark dos últimos anos. Considerado uma “obra-prima do terror” da nova geração, o romance é repleto de elementos de realismo mágico e foi indicado a mais de cinco prêmios de literatura fantástica, e vencedor do importante Bram Stoker Awards 2013.

Empoderamento feminino

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Sabe quando a sociedade de certa forma determina o que nós mulheres devemos vestir, a maneira pela qual devemos nos comportar e culpa-nos em situações nas quais somos vítimas... Ou mesmo quando existem imposições que praticamente abominam aquelas que não se depilam, não usam maquiagem ou não se casam... Sem contar a publicidade massacradora que foca nas inseguranças femininas e faz com que nos tornemos sempre inadequadas... Estes são alguns exemplos que representam os reflexos de uma sociedade patriarcal que tenta nos oprimir e impedir que sejamos quem realmente queremos ser.

Mudanças pedem um layout novo

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Perdoa a imagem de abacaxi, são mais de meia-noite enquanto escrevo esse post.
Eu adoro HTML, sério, passo horas divertidíssimas mexendo com essa linguagem e, como o blog está com uma pegada mais pessoal, achei que ele merecia um layout mais pessoal. Todo feito por mim.

O que mudou

1. A primeira mudança que você vê logo que abre o blog é o cabeçalho, essa imagem aquarela linda que eu fiz no photoshop. Sou apaixonada por cabeçalhos em aquarela, mas nunca tinha conseguido fazer um, até agora.

2. O Design do blog também mudou. Se antes ele tinha duas colunas, agora tem uma só. Assim o blog fica um pouco mais leve e o conteúdo tem muito mais foco. Alguns gadgets foram para o final da página (newsletter, facebook e arquivo), outros foram para o menu (categorias e caixa de pesquisa) e outros precisaram sumir, como é o caso da minha foto que ficava ali do lado.

3. Ali no menu tem uma nova página chamada "Escreva no Blog". Ela ainda está em branco porque eu estou organizando tudo bonitinho e vou fazer um post inteiro explicando como isso vai funcionar.

4. Ao passar o mouse sobre o título sobre no menu, vocês vão ver que um título diferente: Colunistas. Em breve essa página vai "ao ar". Aguardem!

Créditos

Para fazer esse Layout, eu usei tutoriais de quatro sites:
E aí, vocês gostaram do novo Layout ou preferiam o anterior? Vocês que tem blog também ficam que nem gente doida mudando o Layout? Comenta aí embaixo!

Porque você deveria começar a escrever

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Música para esse post
Eu comecei este post como um post sobre a importância de escrever um diário e, de repente, percebi que eu não queria falar sobre escrever um diário, eu queria falar mesmo era sobre escrever. Não sobre escrever cartas ou posts em um blog, mas sobre escrever qualquer coisa, até mesmo um número de telefone em um guardanapo.
O ato de escrever foi, e ainda é, parte muito importante da minha vida. Vou explicar como isso aconteceu de forma resumida: eu sempre fui muito imaginativa e introspectiva (como se eu não fosse mais) e ali por volta de 2010, aconteceu uma coisa que mexeu muito comigo, eu ouvi as pessoas falando de MUITO mal de mim pelas costas pela primeira vez. Foram coisas ruins que acabaram comigo na época. Eu precisava de um refúgio daquilo e já acompanhava fanfics tinha um tempinho, aí comecei a escrever para esfriar a cabeça.
Minha primeira história foi um romancezinho água com açúcar super cliché que eu não deixo ninguém ler porque morro de vergonha. Um dia pretendo deixar a Gabi ler, mas para isso ela vai ter que ler na minha frente e amarrar uma blusa no rosto para eu não ver a reação dela (coisa de gente doida mesmo).
Depois desse romancezinho, eu nunca mais parei. Escrevi diários, escrevi contos, comecei livros, eu realmente coloquei no papel quem eu era e o que eu sentia. Provavelmente a melhor decisão que eu já tomei na minha vida inteira.
Eu tenho um problema sério em manter um raciocínio linear e, quando eu fico muito ansiosa, isso fica ainda mais forte. Quer um exemplo: em mais ou menos cinco minutos de conversa eu consigo sair de um assunto sobre Derivada e Integrais (duas matérias que quem faz engenharia ou matemática costuma estudar em cálculo) para Sherlock (tenho testemunhas). A escrita me ajuda nisso. Quando estou escrevendo uma história ou um texto qualquer, eu preciso manter uma linearidade, mesmo que para isso eu escreva e apague uns duzentos parágrafos, e acabo trazendo um pouco disso para o meu dia a dia.
Mas, escrever não ajuda só a ter um raciocínio mais linear. Sabe quando você está ansioso, angustiado, com vontade de chorar, ou cheio de raiva, louco para dar uns murros nas paredes? Então, escrever te acalma. Colocar o que você sente no papel, ou no computador, é um processo lento que faz com que você se foque totalmente nele e, acho que por isso, vai ajudando a mente a se acalmar.
Escrever também estimula a criatividade. Qualquer coisa que você ver vai se tornar uma história ou um texto na sua cabeça, sério. Até uma folha caindo da árvore fica mais poética e te dá várias ideias loucas.
Para algumas pessoas, escrever também ajuda na comunicação, a falar com novas pessoas (não é o meu caso) e, com certeza, ajuda a expandir seus horizontes e a conhecer gente incrível com ideias igualmente incríveis (conheci a Nat do blog Morando em Pasárgada porque ela escrevia e eu era beta).
Uma coisa que eu não imaginava que fosse mudar (e que mudou) depois que eu passei a escrever, foi a forma como eu passei a ler. Eu não gosto dos livros de Senhor dos Anéis, mas tenho um respeito sem fim pela obra porque, gente, tem um mundo inteiro ali naquelas páginas, um mundo que alguém criou e passou (detalhadamente) para o papel. Quando eu entro em outros blogs e leio os textos pessoais que estão ali, fico impressionada como elas conseguem abrir o peito, mesmo com medo do que os outros vão pensar, só para mostrar ao mundo como se sentem.
Entendeu agora? É por isso tudo (e por muito mais), que você deveria começar escrever.

O dia em que eu me apaixonei pela fotografia analógica

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Autorretrato meu (parece analógico, mas não é)
Há alguns dias eu estava vagando pelo infinito que é a internet e acabei caindo em um blog de fotografia analógica. Até aí tudo normal, sempre acontece de acabarmos em um lugar inesperado quando estamos online. O que aconteceu de inesperado é que eu me apaixonei por aquilo ali e quando mais eu pesquisava, mais gostava do que encontrava.

Na dúvida, vá de midi!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

O comprimento midi é uma tendência que ganhou força no Brasil há pouco tempo (não me pergunte quanto porque não tenho a menor noção de tempo) e parece que vai se manter em alta no próximo ano. Mas, ao contrário do que muita gente pensa, esse comprimento não é nenhuma novidade.